Comer Rezar Amar

O que você pensaria de uma pessoa que tirou um ano de sua vida para ir em busca se si mesma, desfazendo de todos os bens materiais e trabalho, indo "morar" em 3 países diferentes - 4 meses em cada um -, acho que como eu, você também pensaria: "Ela é louca", mas foi exatamente isso que me despertou a curiosidade de ler este livro, saber os motivos que a levaram a fazer isso e saber como foi toda a experiência e quer saber, eu adorei, aprendi algumas coisas diferentes, tudo bem, nem tão diferentes assim, mas que nunca despertaram o meu desejo de pesquisar e ir atras, e sem duvida o livro tem um certo humor e traz para nós leitores uma experiência unica que talvez não iremos viver... a de ter coragem de ir atras de nós mesmo, com o simples objetivo de sermos felizes e equilibrados conosco sem seguir convenções e solicitações de outras pessoas.

Tudo bem que esse não é um livro de autoajuda ou de algo parecido, é só de relatos mesmo, mas é bom ver os relatos de outras pessoas, e ver diferentes formas de viver a vida, e que podemos aprender com cada uma dessas formas.

Sinopse: Comer, Rezar, Amar é um livro despretensioso e inteligente reflete as vivências da autora, Elizabeth Gilbert, que em uma linguagem simples e espontânea compartilha com o leitor os frutos de uma atitude assumida no auge do desespero de uma vida aparentemente destinada ao fracasso. Sua leitura é sedutora e saborosa, um convite ao prazer e à reflexão.

A escritora estava completando trinta anos, vivia um casamento considerado feliz, ao lado de um homem que a amava, em uma vasta residência recém-adquirida, alimentando o desejo de ser mãe, desenvolvendo uma trajetória profissional vitoriosa, enfim, ela era o protótipo da mulher norte-americana bem-sucedida.

Embora tudo conspirasse para que ela fosse feliz, Elizabeth só conseguia se sentir infeliz, sem rumo e à beira do desespero. Não demorou muito para que a relação conjugal desmoronasse, o estado depressivo a engolfasse e ela mergulhasse novamente em outro relacionamento arruinado.

É quando Gilbert dá uma guinada radical em sua vida. Ela simplesmente se liberta de todas as posses materiais, das opiniões alheias, das convenções sociais, de um trabalho socialmente aprovado e parte em busca de si mesma da maneira mais inusitada. Ela decide analisar sua forma de ser e, para isso, escolhe particularmente três elementos de sua personalidade, associando cada um deles a uma cultura e a um país diferente.

Assim, Elizabeth vai para a Itália em busca do prazer; em Roma ela opta pela gastronomia, ganha 11 quilos a mais, sem crises ou neuroses, torna-se especialista na língua italiana e vivencia as delícias dos desejos terrenos. Depois disso ela segue para a Índia, e aí cultiva a veneração do sagrado, assessorada por uma mentora indiana e um vaqueiro texano. Nesta etapa da auto-descoberta a autora percorre o país ao longo de quatro meses.

Na Indonésia, mais particularmente em Bali, Gilbert encontra o ponto de equilíbrio entre os dois extremos até então por ela experimentados. Neste paraíso asiático, um recanto exótico, ela passa a seguir as orientações de um antigo xamã e aí uma surpresa gratificante também a aguarda.

Nesta obra bem humorada e sarcástica a escritora revela como é possível tomar as rédeas da própria existência, independente do que se prescreva socialmente. Ele não se encaixa exatamente na categoria dos livros de auto-ajuda, pois não tem a intenção de oferecer ao leitor receitas de como obter sucesso na vida, e alcançar a prosperidade espiritual ou financeira.

Elizabeth se restringe a narrar sua trajetória, de uma forma leve e descompromissada. Em momento algum ela garante que este é o caminho ideal para todos; a leitura deste livro revela que cada um deve encontrar sua própria fórmula existencial. Talvez esse seja o segredo do sucesso desta obra que já se tornou um best seller e acaba de ser adaptado para o cinema; a protagonista será interpretada pela atriz Julia Roberts. Nos EUA o lançamento deste filme foi anunciado para 2010.

Obs. eu nunca assistir o filme... na verdade eu sempre prefiro ler do que assistir.

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Um comentário:

  1. Senti ainda mais vontade de ler o livro!! Ainda não tive oportunidade de ler e nem vi o filme (como você, eu prefiro sempre ler o livro..)
    Beijinhos!

    Ann
    http://www.vinteepoucos.com.br

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