O diário de Bridget Jones

Depois de tanto tempo sem resenhas vou começar por uma que achei muito boa, e adorei ter comprado o livro. Quando comprei “O diário de Bridget Jones” foi mais por curiosidade, li algumas resenhas a respeito e praticamente todas indicava a leitura como sendo muito boa, e isso despertou em mim, leitora assídua, a vontade de tê-lo para mim.

No começo na verdade achei ele um tanto quanto chato e achei que a autora pegou um tanto quanto pesado com as mulheres de 30 anos que não se casaram (por algum motivo) e não tiveram filhos, mas depois levei para o lado da sátira e da exasperação que a autora colocou ali, apesar de achar que muitas mulheres podem ou já chegaram ao mesma patamar que a Bridget. 

Dá para você dar boas risadas com as trapalhadas da Bridget e suas amigas, com as fantasias que elas produzem e a tentativa, que não seja nada perto de ser real, de tentar não se interessar por homens que não querem nada com elas. 

Bridget é uma mulher na casa dos trinta que mora sozinha, briga constantemente com a balança – tive medo da neurose dela quanto as calorias ingeridas, lutar para parar de fumar e é fiel escudeira de suas amigas, ela é muito trapalhada e só chega atrasada para o trabalho, ela tem uma paixão pelo chefe que parece tão real, mas não dá em nada, assim como as paixões que ela teve por outros homens ao longo de sua vida. Tudo parece estar arruinado mas não está, e sim, um amor pode resolver grande parte dos problemas, ou quase.

É uma leitura mais adulta e fala, de uma forma exagerada ao meu ponto de vista, dos problemas cotidianos enfrentados por eles, dei bastante risada e no final?? Gostei da historia. 

Sinopse: Livro que inspirou o filme estrelado por Renée Zellweger. O romance relata um ano na vida de Bridget Jones, uma mulher solteira, de trinta e poucos anos, que luta com todas as forças para emagrecer, encontrar um namorado, parar de beber e largar o cigarro. Uma história aparentemente comum, mas narrada em estilo impecável e extrema sensibilidade. Numa demonstração de acuidade, a autora tira do cotidiano de uma balzaquiana a matéria-prima para um livro memorável.

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